Sintomas característicos
Os principais sinais incluem dor intensa no quadril ou virilha, incapacidade de sustentar o peso sobre a perna e dificuldade ou impossibilidade de movimentar o membro afetado. Muitas vezes, a perna pode parecer encurtada ou rodada para fora, indicando a gravidade da lesão.
Diagnóstico médico
O diagnóstico é feito por meio do exame clínico e confirmado com exames de imagem, como radiografias. Em casos de dúvida, a ressonância magnética pode ser solicitada para avaliar detalhes da fratura. A identificação precoce é fundamental para definir o melhor tratamento e evitar complicações.
Tratamentos disponíveis
O tratamento costuma ser cirúrgico, variando conforme a idade do paciente, o tipo de fratura e a qualidade óssea. Pode incluir a fixação com parafusos, placas e hastes ou a substituição parcial ou total da articulação por prótese. Em alguns casos selecionados, principalmente em pacientes jovens, o tratamento conservador pode ser considerado, mas é raro.
Reabilitação e cuidados pós-operatórios
A reabilitação começa precocemente, ainda no hospital, com exercícios de fisioterapia para evitar perda muscular e complicações circulatórias. Após a alta, o acompanhamento fisioterapêutico é essencial para recuperar a força, a mobilidade e a confiança na locomoção. O uso de dispositivos auxiliares, como andador ou bengala, pode ser necessário nas primeiras fases da recuperação.